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Red Bull Trike Strike 2017 apresenta prova desafiadora e muita diversão para os participantes

October 31, 2017

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Red Bull Trike Strike 2017 apresenta prova desafiadora e muita diversão para os participantes

October 31, 2017

Evento aconteceu na Serra do Rio do Rastro e reuniu 40 atletas do Brasil, Colômbia e Argentina num trajeto que exigiu muita técnica; atleta da Swizee ficou entre os três primeiros colocados

 

 

 Red Bull Trike Strike, 2017, Serra do Rio do Rastro

Fonte Video: Red Bull Content Pool

 

No dia 07 de outubro, aconteceu na Serra do Rio do Rastro (SC) o Red Bull Trike Strike 2017. O evento contou com a participação de 40 atletas do Brasil, Colômbia e Argentina, que enfrentaram uma prova desafiadora e que exigiu bastante técnica e atenção num trajeto com 4 km de distância, cheio de curvas sinuosas e com bastante neblina na serra.

 

A competição contou com o apoio da Swizee, que tinha dois pilotos na prova: o paulista Laerty Simão Linhares, que teve o seu desempenho prejudicado depois do seu pead (revestimento que vai na roda traseira) escapar, e o mineiro Lucas Ribeiro, o Lukinha, que conquistou o terceiro lugar no pódio.

 

O primeiro lugar ficou com o paranaense Felipe Faria, também conhecido como Indião, e que participa de competições de trike desde 2013. “O Red Bull Trike Strike 2017 foi o evento mais fantástico que eu já participei”, comentou o vencedor da edição.

 

O vice-campeão foi o paulista Sidnei Prado, que pratica o trike há cinco anos e disse que achou o evento incrível.

 

Rafael Demmer, um dos organizadores do evento e que pratica trike há cinco anos e meio, acredita que o saldo do evento foi extremamente positivo. Para ele, o mais importante foi o fato do Red Bull Trike Strike ter sido um evento com muita lealdade. “Foi um evento muito competitivo, mas teve bastante lealdade. Não teve muito encosta-encosta, jogadas ruins”, ele explica.

 

PERCURSO E DESAFIOS

O percurso na Serra do Rio do Rastro tinha 4 km de distância, era cheio de curvas bem sinuosas e tinha uma vista de tirar o fôlego dos atletas. O desafio foi maior em função do clima chuvoso e da neblina que tomou parte da competição.

 

A Red Bull Trike Strike 2017 foi dividida em três fases. Na primeira bateria, foi feito um sorteio que estabeleceu a ordem dos 40 pilotos. Na segunda, o grid foi invertido e assim foram definidos os 20 finalistas, que realizaram uma terceira descida.

 

Red Bull Trike Strike 2017

Foto: Red Bull Content Pool/Marcelo Maragni

 

A prova apresentou várias dificuldades para a maioria dos pilotos. Uma delas veio do fato de os atletas não poderem conhecer a pista e realizar treinos antes da prova. “Isso foi o maior desafio, pois não sabia o que estava por vir depois de cada curva”, explica Lukinha.

 

Para Marcelo Verdi, que pratica o trike há 5 anos, a largada foi extremamente desafiadora. “40 pilotos largaram de uma vez, exigindo muita técnica e limites de si mesmo e ao mesmo tempo exigindo uma preocupação com os pilotos que estavam atrás”, explica.

 

Outro desafio era a pista de concreto. Normalmente, o trike é praticado no asfalto. O concreto molhado tornou as ladeiras extremamente lisas, o que fez com que, a qualquer toque, o trike pudesse escorregar e assim o piloto perder posições.

 

Foi o que aconteceu com Lukinha, que estava em primeiro lugar na descida final, até que ele derrapou, tombou e perdeu a liderança. Mesmo assim, o piloto recuperou a posição e garantiu o 3º lugar.

 

Já Lucas Touro, que pratica o trike há 4 anos, achou a prova uma das mais bem organizadas que ele já participou. “O percurso foi inacreditável! Muitas curvas exigiam uma técnica que só se aprende na prática”, ele comentou. “Depois dessa pista, acredito que o meu rendimento vai melhorar depois que ganhei mais confiança no trike e em mim mesmo”.

 

COMPETIÇÃO E DIVERSÃO

Mais do que uma competição, o Red Bull Trike Strike 2017 foi uma prova que concretizou o espírito de cumplicidade e diversão entre os seus participantes.

 

A dinâmica já começou no avião, quando um grupo de 12 pilotos se encontrou no voo e decidiu tirar uma foto com os capacetes dentro da aeronave. Detalhe: todos tiraram foto com o capacete, criando um clima bem descontraído com os outros passageiros e a tripulação do avião.

 

CRESCIMENTO DO TRIKE NO BRASIL

A maioria dos atletas conseguem perceber o crescimento do trike no Brasil. Mesmo de forma lenta, cada vez mais as pessoas têm interesse no esporte. Eles acreditam que um dos fatores responsáveis por isso são os produtos produzidos e oferecidos pela Swizee no país.

 

“Eu vejo a Swizee como uma empresa que acredita no esporte e que ajuda no crescimento do trike ao apoiar muitos campeonatos e pilotos, fazendo eventos e sempre melhorando seus produtos de mercado”, opina Lukinha, que acredita que, pelo trike ser ainda um esporte novo, é preciso “lutar bastante para que seja visto como algo bom para o futuro do esporte no Brasil”.

 

Laerty comenta que o trike no Brasil está crescendo a cada ano, e diz que isso se dá em função de grandes empresas que já estão de olho no esporte e acabam incentivando a prática, seja com a produção de equipamentos ou o patrocínio de atletas. “Temos como exemplo a Swizee, que vem demonstrando um grande interesse pelo esporte ao colocar equipamentos de alta qualidade no mercado”, ele exemplifica.

 

Já Sidnei Prado diz que o crescimento do esporte no Brasil teve uma reduzida. Um dos fatores é o alto nível dos pilotos já experientes e o foco na categoria "speed", modalidade de velocidade. Segundo o piloto, “isso faz com que os triciclos escorreguem cada vez menos para ganhar maior velocidade, o que acaba fugindo dos princípios do que seria o "drift" (escorregar) e as manobras com o triciclo, motivo o qual é a inserção de novos praticantes”.

 

Indião comenta que a Swizze, sendo a principal marca do mercado, é umas das únicas que estão sempre apoiando o esporte em todos os estados brasileiros. “É muito importante a participação e apoio de empresas como a Swizze para o crescimento do esporte”, ele conclui.


O Red Bull Trike Strike 2017 é a terceira edição do evento, que aconteceu por dois anos seguidos em Minas Gerais. A prova também contou com o apoio do Governo do Estado de Santa Catarina, Deinfra e da Polícia Rodoviária Estadual de Santa Catarina.

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